rclone sync espelha a origem: some um arquivo lá, some no destino. Encadeado
depois de um rsync --delete local, um erro em qualquer ponto propaga a
destruição até a nuvem, irreversível.
--backup-dir move o que seria deletado ou sobrescrito para uma pasta datada:
rclone sync ./backup/library remote:library \
--backup-dir remote:_deleted/2026-07-11/library
Agora nada é apagado de fato — só realocado para _deleted/. Uma restauração é
copiar de volta.
Pegadinha: o --backup-dir não pode ficar dentro do destino. Se você
sincroniza para a raiz do remote, sincronize subdiretório a subdiretório
(library, database, …), cada um com seu _deleted/…/<sub>.